Os resultados da eleição
outubro 23, 2008
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Para os vitoriosos, esmagador; para os derrotados irreal. Mais de 4 mil votos de diferença não é uma diferença razoável dentro do universo de eleitores de nossa cidade. É claro que existe explicações racionais para tamanha derrota que Carlos Freitas esmagou nas urnas. Erros que iniciaram desde o momento da renuncia e se desenrolou com sua teimosia em questionar decisões judiciais. Era bem provável que o lançamento de uma candidatura nas eleições suplementares marcadas inicialmente para o dia 23 de setembro, no quadro político em que se encontra a então oposição, seria vitoriosa. Carlos foi caindo aos poucos enquanto a então oposição puxava o tapete bem devagar.
Outra explicação está num esquema de cooptação de pessoa muito bem articulado: promessas de emprego a “Deus e o mundo”, compra de votos descarada, ameaças, coação etc. são razões bastante razoáveis para justificar tal situação.
Por outro lado, não dá pra se imaginar que tal esquema cooptaria aquele universo de eleitores de forma uniforme. Então, houve a participação de outros agentes: O Estado, que em período eleitoral disponibiliza a máquina pública para ser usada de forma abusiva; outro agente, a justiça, que de forma muito pouco imparcial impede as manifestações e age muito tarde - e propositalmente, diga-se de passagem - para frear o abuso da máquina pública.
Por sua vez, o discurso desenvolvimentista do palanque do PR soa bem aos ouvidos dessa molecada que cresceu sua participação nas eleições. Discurso esse que não teve uma reação à altura no sentido de sua desqualificação por parte dos tucanos.
Talvez esses resultados indiquem que Carlos Freitas já deu o que tinha que dá e que agora se exige uma renovação dentro do grupo. Que outro nome surja, e já surgiu, mas que não seja tolhido; esmagado pela vaidade, pelo orgulho.
A nova câmara
outubro 23, 2008
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4 novos nomes irão compor o “circo municipal” (expressão que alguns desses mesmo usavam para denominar a Câmara Municipal) a partir de 2009. São eles: Anderson Eduardo, Araújo Neto, Edilene, Xisto Freitas. Por pouco Nanete não entrou. Teve mais votos que Hilton Lira (Ana Maria: 656 X Lira: 627), mas em razão do coeficiente eleitoral que os tucanos não alcançaram para fazer a 5ª. cadeira. Essa tem sido a tendência de queda nos números de votos para o Ver. Hilton, com essa pífia votação ele não reuni força suficiente para exigir a presidência da Casa. O candidato Elias do PT conseguiu com poucos recursos financeiros quase 500 votos. Candidatos com uma estrutura político-financeira astronômica não venceram a eleição, outros quase caíram. Vergonhoso para a candidata do PSDB, Diva, que foi vice-prefeita por quase um ano, não ter ultrapassado sequer a barreira dos 100 votos. Por outro lado, valeu a monstruosidade da estrutura político-financeira de candidatos como Anderson, o 2º. Mais votado com quase 1000 votos. Candidato pouco conhecido, sem nenhuma vocação para a política e que já comeu, diga-se de passagem, na mesma pocilga e do mesmo farelo dos tucanos. Ele é um forte candidato a presidência da Casa, forte muito mais por imposição do que por articulação política. O ver. Paulo Lima conseguiu sua reeleição e seria o candidato da conciliação para assumir a presidência; não assume se não quiser, se cair na bobagem da promessa do 2º. Biênio. O ver. Xisto Freitas consegue a votação histórica para vereador, pela qual conseguiu sozinho coeficiente eleitoral.
Os deputados mais atuantes do congresso
outubro 23, 2008
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Segue a relação de todos os deputados federais votados pelos 204 jornalistas que participaram da consulta. Em negrito, os parlamentares que participarão da segunda fase de votação, a cargo dos internautas, no período de 22 de setembro a 20 de novembro de 2008.
1. Gustavo Fruet (PSDB-PR) – 79
2. Chico Alencar (Psol-RJ) – 70
3. Maurício Rands (PT-PE) – 53
4. Fernando Gabeira (PV-RJ) – 48
5. Maria do Rosário (PT-RS) – 38
6. Luciana Genro (Psol-RS) – 33
7. Arlindo Chinaglia (PT-SP) – 29
Luiza Erundina (PSB-SP) – 29
9. Flávio Dino (PCdoB-MA) – 27
10. Henrique Fontana (PT-RS) – 24
11. Raul Jungmann (PPS-PE) – 22
Walter Pinheiro (PT-BA) – 22
13. José Eduardo Cardozo (PT-SP) – 21
Rita Camata (PMDB-ES) – 21
15. Aldo Rebelo (PCdoB-SP) – 19
Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ) – 19
Dr. Rosinha (PT-PR) – 19
18. Osmar Serraglio (PMDB-PR) – 18
Miro Teixeira (PDT-RJ) – 18
20. José Carlos Aleluia (DEM-BA) – 17
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) – 17
22. Fernando Coruja (PPS-SC) – 16
Ciro Gomes (PSB-CE) – 16
24. Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) – 15
25. Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) – 15
Ivan Valente (Psol-SP) – 15
Fonte:http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=24475
Nanete quer voltar
outubro 23, 2008
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A ex-vera. Ana Maria tenta na justiça eleitoral anular os votos recebidos por candidatos das coligações de encabeçadas por Azoka. é que 5 dos candidatos a vereadores tiveram seus registros cassados na 1ª e 2ª. instâncias e estavam concorrendo as eleições sub júdice. Esses candidatos cassados recorreram ao TSE. Se os votos deles forem considerados nulos, o coeficiente eleitoral diminui e Hilton cai. Por outra via, o juiz pode entender que os votos, apesar de inválidos para o candidato, são validos para o partido e assim Hilton permanece, pois não haverá alteração na equação do coeficiente. O caso é complicado e o que mais pesa nesse território é jogo de influência.
O tamanho do desafio
outubro 23, 2008
| Questões Sociais |
| Sergio Granja* |
| Dom, 28 de setembro de 2008 20:13 |
![]() Com base nos dados apurados pela Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio (PNAD) de 2007, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostra que, de 2001 para 2007, 10,2 milhões de pessoas saltaram da camada de baixa renda (até R$ 545,66 de ganho mensal por família) para a de renda média (entre R$ 545,66 e R$ 1.350,82) e 3,6 milhões subiram da faixa de renda média para a de renda alta (acima de R$ 1.350,82). Isso foi comemorado como sendo uma incorporação de mais de 10 milhões de ex-pobres à “classe média” e da passagem de mais de 3 milhões e meio de ex-remediados para a “classe alta”. Os números revelam uma realidade surpreendente. Por esses critérios “técnicos”, ficamos sabendo que vivemos em um país onde só é pobre quem ganha até R$ 545,66. A partir de R$ 545,67, o sujeito já é da “classe média”. E acima de R$ 1.350,82, o cidadão ingressa na “classe alta”. Acredite se quiser, mas se você ganha, por exemplo, mil e quatrocentos reais, fique sabendo que você é “rico”. Como dizia uma amiga minha, só rindo… O perfil da pessoa que era da base da pirâmide e subiu para a camada média de renda da população, de 2001 para 2007, é não-branco, com escolaridade até a quarta série do ensino fundamental, com carteira assinada e urbano (82%), morador da região Nordeste (37%). Já o perfil do indivíduo que subiu da camada de renda média para a mais elevada é branco, com escolaridade acima da quarta série, com carteira assinada, urbano (90%) e morador da região Sudeste (49%). Quer dizer, a nossa “classe média” tem escolaridade até a quarta série do ensino fundamental. Será mesmo? Mas a nossa “classe alta” foi além da quarta série. Ah! bem. Além disso, ficamos sabendo que a nossa “classe média” é formada majoritariamente por nordestinos e não-brancos, embora a marca da desigualdade racial persista na “classe alta”, que permanece branca. E que essa extraordinária mobilidade social ascendente é um fenômeno quase exclusivamente urbano. O mais alvissareiro, de acordo com o IPEA, é que dentre os 74 países sobre os quais há informações a respeito da evolução do coeficiente GINI (índice que mede a diferença entre os mais ricos e os mais pobres do país), menos de 25% deles conseguiram reduzir a desigualdade no mesmo ritmo que o Brasil. O progresso, no entanto, só fez o país subir cinco posições no ranking da desigualdade social composto por 126 países. Assim, 113 países apresentam distribuição de renda menos concentrada que a do Brasil, embora 62% deles tenham renda per capita menor do que a brasileira. Trocando em miúdos, o nosso maior problema não é um PIB pequeno, mas um PIB muito concentrado no bolso de poucos. Para se ter uma idéia, os 20% dos brasileiros mais pobres têm renda média de cerca de U$ 1,2 mil, enquanto a renda per capita do país é de U$ 8,4 mil. Pelo visto, como cantava o sambista, “uns com tanto, outros tantos com algum, mas a maioria sem nenhum”. O estudo revela ainda que programas assistencialistas como o Bolsa Família e os benefícios da Previdência Social estão na base dessa promoção de ex-pobres para a “classe média”. Para se ter uma idéia da importância dos benefícios da Previdência Social, há de se considerar que, em 53% dos domicílios do País, mais da metade da renda foi fornecida por idosos em 2007, revela a Síntese de Indicadores Sociais do IBGE. Dez anos antes, o percentual era de 47,2%. Na área rural do país, o mesmo nível de contribuição das pessoas com 60 anos ou mais ao orçamento familiar chegou a 67,3% dos domicílios em 2007; no caso do Nordeste rural, a 73%. A pobreza continua a afetar com mais intensidade as crianças e adolescentes, segundo o IBGE. No ano passado, 30% dos brasileiros viviam com rendimento mensal familiar de até meio salário mínimo per capita. Na faixa até 17 anos, a proporção de pobres era bem maior: 45,7%, revela a Síntese de Indicadores Sociais. O estudo ressalta ainda que o percentual de crianças e adolescentes que viviam com rendimento familiar de até 1/4 do salário mínimo chegou a 19,6%, ante 11,2% para o total da população. Apenas 1,75% dos menores de 18 anos tinham rendimento familiar de mais de 5 salários mínimos; na população total, o percentual foi de 4,1%. Além disso, a proporção de pessoas de 10 a 15 anos submetidas ao trabalho doméstico aumentou em relação a 1997. No ano passado, 8% dessas crianças e adolescentes trabalhavam no domicílio em que moravam, ante 5,4% em 1997. No domicílio do empregador, a proporção dos que trabalhavam aumentou de 8% para 9,1% no mesmo período. Como se sabe, o trabalho doméstico é proibido no país para menores de 18 anos: a legislação já vetava a atividade para pessoas de até 15 anos; decreto sancionado este mês a proibiu também para os de 16 e 17 anos. A distribuição desigual da renda vem acompanhada de mais desigualdade racial. O IBGE comparou os rendimentos por cor dentro dos grupos com mesmo nível de escolaridade. No grupo com 12 ou mais anos de estudo, o rendimento/hora dos brancos era até 40% maior que o de negros e pardos. Também foi comparada a participação relativa dos dois grupos na apropriação do rendimento das famílias. A distribuição entre os 10% mais pobres e entre o 1% mais rico mostra que, em 2007, os brancos eram 25,5% do total entre os mais pobres, e 86,3% dos mais ricos. Já os negros e pardos representavam 73,9% entre os mais pobres, e apenas 12% entre os mais ricos. Para o IBGE, os valores mostram que as desigualdades na apropriação da renda do país “têm se mantido ou até piorado um pouco, se comparadas com anos anteriores”. Lamentavelmente, a atual taxa de redução da desigualdade no Brasil é insuficiente para colocar o país em níveis compatíveis com a média mundial. O ritmo de crescimento da renda dos 10% mais pobres da população brasileira foi sete vezes maior do que o dos 10% mais ricos, entre 2001 e 2007. Na velocidade que vamos, para nos equipararmos à média mundial, teríamos de repetir esse desempenho pelos próximos 18 anos. Veja bem: não para chegarmos a um grau ótimo de distribuição de renda, mas simplesmente para alcançarmos um patamar compatível com a média mundial… Considerando que a economia brasileira se beneficiou de uma conjuntura internacional extraordinariamente favorável, é improvável que o país repita esse desempenho nos anos vindouros, para quando são previstas condições externas extremamente desfavoráveis. É quase impossível que a economia brasileira não se deixe contaminar pela crise internacional, a qual, segundo o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn, resultará em perdas de US$ 1,3 trilhão para as instituições financeiras globais. Strauss-Kahn disse que isso representa um aumento de US$ 300 bilhões na estimativa anterior do Fundo, que era de perdas de US$ 1 trilhão, a partir de ativos norte-americanos, e continua bem acima das baixas contábeis de US$ 700 bilhões declaradas até agora pelos bancos. (E já se fala que o rombo é de um trilhão e quatrocentos bilhões de dólares!) Nesse previsível cenário de penúria, o mais provável é o acirramento da disputa pela apropriação da renda gerada, reforçando a tendência a um crescente tensionamento político e social, cujo ápice se projeta para 2010, quando teremos eleições nacionais. Como sói acontecer, a corda tende a arrebentar do lado mais fraco, agravando as desigualdades, provocando mais exclusão social e colocando em risco as instituições democráticas, a menos que uma nova correlação de forças produza uma completa reviravolta no processo político brasileiro, a exemplo do que vem acontecendo na Venezuela, na Bolívia e no Equador. Quando se fala em emergência de uma nova correlação de forças, é bom retomar dois ensinamentos de Gramsci que já expus em artigo anterior. O primeiro desses ensinamentos descarta que a crise econômica se transforme automaticamente em crise de hegemonia.
Gramsci insiste em que a transformação da crise econômica em crise política “é essencialmente um processo que tem por atores os homens e a vontade e a capacidade dos homens”. Se as forças revolucionárias permanecem inoperantes, o mais certo é que “a velha sociedade resiste e se dá o tempo de ‘respirar’, exterminando fisicamente a elite adversária e aterrorizando as massas de reserva”. O segundo ensinamento alerta para a necessidade de se estar preparado para o surgimento do que se poderia chamar de uma conjuntura favorável.
Esse é o tamanho do desafio que se tem pela frente nesse incrível país cujo PIB é um dos maiores do mundo, mas onde quem ganha R$ 1.350,83 por mês já é considerado “rico”. *Sergio Granja é pesquisador da Fundação Lauro Campos. |
Carlos continua na política
outubro 23, 2008
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Dizem que Carlos Fretas é o novo secretário de transportes da cidade do Condado as convite do prefeito Dr. Ediberto. A oposição chiou em condado, mas lá ela é insignificante e quase aniquilada. A ex-primeira dama de Aliança, a profª. Luzinete, também dá as cartas por Condado. Lá, ela assessora a Secretaria de Educação, na mesma função que ela exercia até inicio de maio deste ano. 2009 é a vez de Vicência receber Freitas com sua participação no executivo. Isso está irritando alguns azoquistas aliancenses que até xingaram o prefeito eleito daquela cidade em entrevista à rádio Naza FM.
Novo Tema para o nosso blog
outubro 17, 2008
Gente, descupem a ausência, mas estou atualizando os comentários e editando novas postagens.
O blog mudou seu tema em homenagem a um leitor: Ivan Jr.
Obrigado, Ivan, pela brilhante sugestão!
Grato,
Afrobiu
Atentados à democracia
setembro 26, 2008
Sob orientação de Ronaldo, um dos que comentam o blog, passo a escrever sobre os últimos acontecimentos na rotina política de Aliança.
No último sábado teve caminhada política do PSDB. O evento foi prontamente impedido com uma decisão tida por muitos como arbitrária e anti-democrática. A decisão foi fundamentada na aprensão de camisas padronizadas supostamente encomendadas para o evento, mas nada, absolutamente nada foi apreendido com o prefeiturável tucano. O material apreendido era fruto de ofertas voluntária de pessoas que votam no Carlos. A injustiça está em saber que as coisas são desigualmente medidas. Todos sabem que o PR também entrega camisas vermelhas igualmente padronizadas, mas não aparecem tucanos que isso possam denunciar ou simplesmente a denúncia parece ser jogada para debaixo dos tapetes. Os aliancenses são livres para optarem por qualquer dos candidatos ou até descolorir seus votos. As manifestações são garantidas pelo regime democrático. A única coisa que não é garantida no regime democratico brasileiro é justiça. Essa não tem vocão democrática. Sua origem não está na vontade do povo, assim como estão os outros dois poderes - o executivo e o legislativo. E nisso, juízes gozam de uma falsa autoridade tida como inquestionável. Juízes no Brasil são semi-deuses. Semi-deuses com cargos vitalício (isso não tem nada de democrático). Semi-deuses que acham que o poder judiciário tem função muito mais relevante do que qualquer outro poder, e assim, desrespeitam a autonomia do legislativo ou do executivo. Eu quiz ser mesário voluntário nas eleições municipais, não pude porque tenho parentes políticos. Porém juízes podem ter parentes deputados e, contudo, podem conduzir de forma imaparcial o processo eleitoral de uma cidade. O povo não tem preço, o povo também não tem dono. O povo é livre. Veste vermelho, veste verde…só não pode ficar nu. Juiz nenhum pode determinar os caminhos que o povo escolheu para trilhar. Juiz nenhum pode tirar o direito de ir e vir do cidadão.
Aos blogueiros da Cidade do Rio de Janeiro:
setembro 19, 2008
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| “Eu sou Heloísa Helena, presidente nacional do PSOL e mando beijos no coração e muitos abraços carinhosos às mulheres e homens de bem e de paz da minha querida cidade do Rio de Janeiro. Peço, humildemente, votos para a reeleição do nosso querido companheiro Eliomar, um lutador do povo, que representa a esquerda socialista e democrática que não se vendeu e que não se rendeu.
O número do Eliomar é 50.000. Beijos no coração, fé em Deus e nas lutas do nosso povo sempre.” |
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Para a tristeza dos vermelhos…
setembro 9, 2008
A alegria dos folguedos azoquistas foi substituída pela comemoração carlista que tomou conta dos militantes verdes ontem na esperança de ter de volta a tão cobiçada prefeitura. É que uma decisão do Supremo Tribunal Federal garantiu a manutenção de Carlos Freitas na disputa à “Casa Azul”. A decisão concedida pelo Ministro Eros graus do STF considera que a cassação do registro de Carlos é indevida tendo desobedecido súmula já aprovada por aquele tribunal que dizia que candidatos com processos podem sim concorrer as eleições desde que o processo já não tenha trânsito em julgado (sem mais recurso)



