Aliança não tem preço!
julho 31, 2008
A falta de criatividade de nossos políticos os fizeram a importar de Timbaúba o slogam de Memeu. Dessa vez pegou bem para a nossa cidade que realmente para Carlos não tem preço, porque ele não pode comprar - os fundos já nao são os mesmos - dessa vez quem a pode comprar, compra-a com sucesso e Carlos, que um dia a comprou - não com o mesmo sucesso-, hoje só baba, ou então, procura boas testemunhas e abre um processo que apenas assusta e dá sono ao começar às 15h e findar às 03 da manhã.
Opinião
julho 31, 2008
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| Escândalos e mudanças | ![]() |
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| Política | |
| Paulo Passarinho | |
| Dom, 27 de julho de 2008 22:10 | |
![]() Ao longo do governo Lula, temos assistido a freqüentes investigações da Polícia Federal - em ações respaldadas pela Justiça, e em consonância com o trabalho do Ministério Público - atingindo figuras de expressão das classes dominantes. É uma novidade importante, ainda mais se levarmos em conta a tradição e história de uma justiça estatal que sempre tratou a população de uma forma extremamente desigual: aos pobres, os rigores da lei; e aos ricos, as exceções da mesma lei, quando muito, pois a regra sempre foi a mera impunidade. Esse tipo de iniciativa policial leva, portanto, naturalmente, ao imediato apoio de camadas expressivas da população. Existe uma espécie de déficit de justiça no país, que faz com que essas ações sejam vistas, enfim, como uma espécie de luz no fim do túnel da impunidade, que determinados crimes acabam gozando, particularmente se seus autores forem ricos e influentes. Esse sentimento de uma justiça tardia, mas que finalmente age, estimula a sensação que estamos vivendo um período de mudanças e que, a partir de agora, a história possa ser diferente. Especialmente em um momento onde a legitimidade de várias instituições encontra-se em franco descrédito junto ao povo e à opinião pública, em geral. Nos dias de hoje, é notória a exaustão e descrença da população com a esmagadora maioria dos políticos, e de instituições como a polícia, os sistemas públicos de saúde ou de educação, ou o próprio poder judiciário. E, talvez, aí esteja um importante paradoxo. Como, afinal, compreender a esperança de que possamos estar construindo um novo tempo, onde a justiça passa a ser igual para todos, onde a lei deva ser uma obrigação a ser respeitada por todos, sem exceções, se, ao mesmo tempo, existe de fato essa descrença nas instituições políticas e nos seus principais agentes? O recente caso envolvendo Daniel Dantas é emblemático dessa situação. Por um lado, a firme ação do Ministério Público, da Justiça Federal e da Polícia Federal foi vista – pelo povo, em geral – como exemplares e importantes. Entretanto, o presidente do STF, a cúpula do governo e da própria Polícia Federal, assim como muitos ditos formadores de opinião manifestaram de diferentes maneiras o seu descontentamento com os possíveis excessos e equívocos da Operação Satiagraha. Sintomático, também, foram alguns dos desdobramentos dessa ação. A reunião no Palácio do Planalto, entre Lula, Gilmar Mendes, Tarso Genro e Nelson Jobim, para tratar do assunto relativo a mudanças legais com o objetivo de se coibir “abusos de autoridades”, no mesmo dia em que era decidido o afastamento do delegado Protógenes Queiroz, não pode ser vista como uma mera coincidência. É nesse ponto que vale a pena resgatar um pouco da história de Daniel Dantas. Economista baiano, adepto das idéias liberais, despontou no mundo corporativo financeiro como executivo do Banco Icatu, da família Almeida Braga. Desde esse tempo, mantinha fortes relações com lideranças do antigo PFL, especialmente com o falecido Antônio Carlos Magalhães. Na formação do governo Collor, chegou a ter o seu nome cogitado para ocupar um cargo de destaque na área econômica. Contudo, preferiu se manter na esfera privada, e acabou por fundar o Banco Opportunity, instrumento fundamental para as incisivas ações que veio a desenvolver nos negócios relacionados às privatizações patrocinadas principalmente no governo de FHC. Nas privatizações das Teles, Dantas foi citado pelo ministro das Comunicações de então, Luis Carlos Mendonça de Barros – nas conversas gravadas clandestinamente entre o próprio e o presidente do BNDES à época, André Lara Resende – como “o nosso lado”. Essas duas autoridades – apesar de responsáveis diretos pelo processo de venda das empresas de telefonia – procuravam influenciar a formação de consórcio entre o Opportunity e o fundo de pensão Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, instituição financeiramente estratégica de todo o processo de privatizações. As relações de Daniel Dantas, portanto, já nessa época não mais se restringiam aos líderes do ex-PFL, mas envolviam os próceres do PSDB, incluindo o próprio Fernando Henrique, que acabou se envolvendo na pressão junto à Previ para um acordo com o grupo de Dantas. Agora, as investigações do Ministério Público e da Polícia Federal mostraram que suas relações privilegiadas se estendiam ao próprio PT, com lideranças desse partido sendo contratadas a peso de ouro – como é o caso do advogado e ex-deputado Luis Eduardo Greenhalgh – para defenderem os seus interesses. Isso demonstra de forma cristalina as promíscuas relações entre os negócios e a política, entre os interesses privados e as ações de agentes do Estado, e a maneira de agir de Daniel Dantas, um típico representante da privataria. E talvez isso explique as reuniões, os protestos e as reações contra as ações desencadeadas por quadros de instituições como a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. O fato é que não poderemos nos iludir com as importantes ações de setores da polícia e do ministério público. Sem que haja uma mudança muito mais profunda das instituições, da cultura dos dirigentes maiores do Estado, e das suas nocivas relações com os donos do capital, poucos avanços obteremos. Há quem afirme, também, que haja o risco de uma certa mistificação em torno dessas ações. O cientista político Luis Werneck Vianna chega a temer um certo risco de estarmos alimentando uma cultura fascista, na medida em que passemos a crer que as ações da polícia ou de setores da justiça, em si, seriam suficientes para “colocar as coisas no seu devido lugar”. Ele lembra que a desordem é sistêmica e apenas a política – a grande política, que discuta alternativas para o país - teria a capacidade de produzir mudanças para valer. Reformas estruturais como uma verdadeira reforma agrária e a mudança do atual modelo agrícola; o banimento do controle das eleições pelo poder econômico, através do financiamento público exclusivo das campanhas; a submissão do Banco Central aos interesses públicos e do Estado brasileiro, ao invés do atrelamento atual dessa instituição aos interesses privados e financeiros seriam fundamentais para uma mudança à altura. Mas, para tanto, seria importante recuperarmos o encantamento das massas pela política. E esse é um outro grande desafio. A experiência do governo Lula, especialmente para os setores organizados, está marcada por grave refluxo e cooptação de boa parte de suas lideranças para os esquemas de apoio ao governo. E isso em nada ajuda à retomada e fortalecimento da luta popular. Enfim, para que nossas esperanças de um novo tempo de justiça - para todos - venha a ser uma realidade, as mudanças devem se dar de uma forma muito mais abrangente e substantiva, sob pena de assistirmos apenas a uma alteração superficial de procedimentos investigatórios, que acabarão esbarrando na natureza de classe da nossa Justiça. Mais uma vez a esperança se encontra na política, na grande política. PS: no momento em que finalizo esse artigo, o Banco Central eleva a taxa básica de juros em 0,75%, agora fixada em 13% ao ano. As agências de notícias informam que a medida surpreendeu o próprio mercado, que esperava um aumento de 0,5%. A notícia requer retificação: o banco Bradesco há dois dias já havia antecipado a possibilidade – e necessidade, de acordo com seus analistas – de um aumento de acordo com o que foi aprovado. O Banco Central, mais uma vez, ratificou a medida defendida pelo Bradesco. 24/07/2008 |
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Eu sou um “apadrinhado”!
julho 31, 2008
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Perdoem-me não ter mais enviado comentários nem moderado os enviados nesses últimos dias. Estive com problemas de saúde e estava me tratando com as sobras do dinheiro público nos melhores hospitais particulares do Estado, com os melhores especialistas de Pernambuco, sendo tratado com os medicamentos dos melhores laboratórios do país e de fora dele, tudo pago, diga-se de passagem, com as sobras do tempo em que eu era apadrinhado.
Aos incomodados pelos golpes acertivos nas feridas podres do prefeito que tanto babam e agora tomam o meu lugar de apadrinhado, digo-vos: essa é a minha proposta e vocês atenderam o meu objetivo ou me fizeram o alcançar. Provoquem-me! Fiquem bastante a vontade! Não tenho medo dos que vocês me enviaram rondando a minha casa a altas horas da noite na tentaiva de me intimidar. Não se esqueçam, Carlos me deu bastante dinheiro público que me são suficientes para contratar seguranças. Digo mais: vocês precisam aprender a viver um pouco mais num regime democrático, se sentem com críticas que nem os seus “machos” se doem! Nem ligam para essas picuinhas! Eles não têm tempo pra isso!
E mais: estarei um tanto afastado da cidade por voltar as minhas atividades acadêmicas numa universidade cara paga com as sobras do dinheiro público que roubei na gestão anterior, com as quais também pago meu apartamento em Boa Viagem enquanto fico no Recife de onde volto nos finais de semana para Aliança no meu Ford Fufion que comprei com dinheiro público do tempo em que eu era apadrinhado da muda. E quando volto, volto para minha mansão, aqui em Aliança, ou então sigo para minha casa na praia que também comprei na época em que nadava sobre e sob dinheiro público da PMA. Então, caríssim@s, devido esse afastamento estarei postanto artigos dos melhores articulistas desse país sobre política e comentários sobre a minha linda cidade dos meus amigos e inimigos que tanto me conhecem.
Grato,
Biu
Artigo: “Caso Daniel Dantas”
julho 24, 2008
| Com o afastamento do delegado Protógenes: “Crime organizado ganha de novo” | ![]() |
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| Política | |
| Wálter Fanganiello Maierovitch | |
| Qui, 17 de julho de 2008 13:09 | |
![]() O crime organizado ganhou de novo. Quanto está a partida? Já perdi a conta. Por baixo, 500 a 2. Não adianta reclamar, pois gol com auxílio de juiz entra na contagem. Por mera coincidência, e depois de uma reunião da qual participaram Lula, o presidente do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, o ministro da Defesa Nelson Jobim e o da Justiça Tarso Genro, veio a notícia do afastamento do presidente do inquérito, Protógenes Queiroz, e dos dois outros delegados auxiliares da Operação Satiagraha. Consultadas as almas-penadas que não entram no céu, elas disseram que Daniel Dantas, depois do afastamento do delegado Protógenes Queiroz, teve o ego massageado pelo Planalto e não vai detonar ninguém. A Praça dos Três Poderes está em festa. Gilmar e Tarso se reconciliaram. Jobim, sempre atento, continua na função de servir ao presidente. O presidente do Senado Garibaldi Alves, já disse que impeachment de Mendes é difícil. Tarso Genro já deixou claro ter faltado muitas aulas durante o curso de Direito. Ele já chegou a afirmar que Dantas dificilmente provará sua inocência. Numa das ausências, perdeu, seguramente, a aula sobre o ônus da prova (encargo de provar) no processo penal. Assim, não sabe - e nem desconfia pela falta de militância -, que, no processo penal, o ônus (encargo) da prova é de quem acusa (Ministério Público). O réu é presumidamente não culpável (presunção de não culpabilidade, mal chamada, no Brasil, de presunção de inocência). Agora, ao afirmar que o inquérito policial está praticamente concluído, erra de novo. A Procuradoria da República, destinatária do inquérito policial para formar a sua “opinio delicti”, pode solicitar novas diligências. Como se percebe, Tarso também não assistiu às aulas sobre inquérito policial. Pior, não leu, depois, os manuais sobre as primeiras linhas do processo penal. Enquanto o delegado Protógenes Queiroz, segundo informa a imprensa, afirma que não pediu para ser afastado, circula a versão de que prefere sair para concluir um curso na Academia de Polícia: teria até postulado uma tutela jurisdicional para ser autorizado a terminar o curso. Tecnicamente, o delegado, ao contrário dos juízes e promotores, não tem a garantia constitucional que assegura a inamovibilidade. Dessa maneira, pode ser substituído pelo superior hierárquico. Meu lápis-falante, - em fase terminal pois está quase consumido por um apontador depois de tanto escrever sobre o Caso Daniel Dantas -, quer saber, antes do fim do seu grafite: Mas o tal delegado Protógenes não era messiânico, a acreditar, empenhado, “na luta do bem contra o mal”? Wálter Fanganiello Maierovitch é colunista da revista CartaCapital e presidente do Instituto Giovanni Falcone. |
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Aviso aos “navegantes”
julho 24, 2008
Caros blogueiros, quando de seus comentários, postagens etc., não percam o foco a que o “Cartas Chilenas” se propõe. Lembro: Política, justiça e sociedade. Os sujeitos-objetos de nossas análises são homens e mulheres públicos ou os que a isso se candidatam. Esses já não gozam de privacidade e são para nós objetos dos comentários mais diversos, salvos excessões raras.
Grato,
Biu
Fernanda Brunn
julho 23, 2008
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Nesta sexta 25 tem show da cantora gospel Fernada Brunn. O interessante é o total envolvimento da prefeitura com o patrocínio do show e de candiadtos a vereador que também o estão promovendo. O anderson Eduardo criou até comunidade na internet para esse evento. A oposição parce não mover um pausinho para tentar impugnar esses candidatos. A característica de showmício é muito explícita, mesmo que não haja discursos políticos no palco. Qualquer promotor veria irregualridades nesse evento e em sua relação eleitoral.
Observações:
julho 23, 2008
Os comentários não são tão visíveis, então recomendo aos que desejam que seus comentários possam ficar mais visíves logo na tela do sítio, quando escrever me digam se querem publicar esses comentárioscomo artigo, postagem etc.
Aviso aos leitores do blog que existem mais páginas além dessa que logo aparece quando abrimos o sítio, para acessarem basta usar a ferramenta “« Previous Entries“.
Ai dos que ao mal chamam bem!*
julho 22, 2008
O profeta Isaias profetizou contra essa prática recorrente na política aliancense. “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz escuridade; põem o amargo doce e doce, por amargo!” (Is. 5.21). Pois é justamente o que está fazendo a situação quando quase levaram ao assassinato do presidente da câmara que assinou a posse do prefeito impugnado e com documentos cheios de ilegalidades. Assinou essa posse sobre total ameaça tanto por parte de colega vereador quanto pelo grupo de arruaceiros coordenados por Azoka que ainda saiu posando de bonzinho. Na ocasião o presidente do legislativo municipal foi feito de refém junto com outros funcionários daquela Casa. Toda a encenação parecia literalmente com uma cena de seqüestro onde os funcionários foram libertados pouco a pouco depois de negociações. Havia ameaças explicitas de morte contra o vereador Assuero que acabou por preservar sua integridade física e dos funcionários. Não havia na ocasião nenhum pai de família no movimento de arruaça, já que os pais de famílias não perdem tempo com situações desnecessárias como aquela em que se ouviam ameaças e palavrões só falado por gente baixa e sem decência. O presidente da Câmara passou muito longe do exercício de sua autonomia ao ser obrigado a empossar um candidato impugnado por 5 a 1 no TRE-PE e que nos documentos apresentados ao legislativo não aparece sequer como empresário mostrando toda sujeira que existe por trás de um cara que pouco conhecemos.
Assuero é o parlamentar que tem se mostrado atuante no sentido de promover políticas inovadoras e inteligentes. Destacou-se como bom administrador ao assumir por 3 meses a chefia do executivo, momentos em que gerou invejas em seus adversário e até em colegas de grupo. Mostra-se leal a seus compromissos. É homem de grupo, algo extremamente difícil de encontramos na atualidade quando o que vemos são homens públicos se vendendo a troco de banana. É homem verdadeiro, não é plástico ou artificial como alguns que sem sucesso tentam lhe imitar. Assuero tem sensibilidade com as causas estudantis, culturais, sociais etc. É homem de família, bem casado; sobre ele não repousa nenhuma má fama quando se observa que entre os seus colegas ele se destaca nesses termos (como se vê em alguns candidatos e mandatários). É homem de princípios, valores. Rapaz evangélico, maduro, provado e aprovado em situações das mais adversas. Não se utiliza da estrutura da igreja para seu beneficio político. Valoriza a democracia, as liberdades. Quando convidado, não se nega ao convite das mais diversas correntes religiosas. É bastante preparado para o cargo que assume a 4 mandatos. Inteligente. Discursa bem. Técnico agrícola pelo CODAI-UFRPE, formado em História pela Universidade de Pernambuco. Quer vê Aliança progredir mais sem atropelos com respeito aos limites que lhes são impostos. Quer vê Aliança crescer com projetos coerentes com a nossa realidade, sem utopias, sem aquele discurso neo-pentecostal da teologia da prosperidade que se aproveita da miséria, do desemprego etc., prometendo reabrir a desmoronada Usina Aliança, discurso já abandonado pelos seus adversários pela redicularidade que lhe era característica. Pena Assuero não ter tido a oportunidade de disputar essa prefeitura! Pena Assuero pertencer ao PSDB, quando se mostra um esquerdista nato! Pena Assuero pertencer a um grupo que lhe corta os braços e lhe amputam as pernas! Pena Assuero fazer política num sistema político podre!
*Por Biu, moderador do blog “Cartas Chilenas“
Fim do 13º já foi aprovado pela Câmara!
julho 22, 2008
Eles têm até 14º salario… E nós?
Fim do 13º já foi aprovado na Câmara
Enquanto a gente se distrai com estas CPIs o Congresso continua votando outros assuntos de nosso interesse e a gente nem percebe…vejam essa:
Fim do 13º já foi aprovado na Câmara (PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB)
Para conhecimento,
O fim do 13º salário já foi aprovado na Câmara para alteração do art. 618 da CLT.
Já foi aprovado na Câmara e encaminhado para o Senado.
Provavelmente será votado após as eleições, é claro…
A maioria dos deputados federais que estão neste momento tentando aprovar no Senado o Fim do 13º salário, inclusive da Licença Maternidade e Férias (pagas em 10 vezes) são do PFL e PSDB.
As próprias mordomias e as vergonhosas ajudas de custo detodo tipo que recebem, eles não cortam.
Conheça a cara dos safados que votaram a favor deste Projeto em todo Brasil. Por favor, repassem para o maior número de pessoas possíveis, afinal eles são candidatos fortes nas próximas eleições:
1- INOCÊNCIO OLIVEIRA-PFL*
2- JOEL DE HOLLANDA - PFL
3 - JOSÉ MENDONÇA BEZERRA-PFL*
4- OSVALDO COELHO - PFL
5- ARMANDO MONTEIRO-PMDB
6- SALATIEL CARVALHO-PMDB
7- PEDRO CORRÊA - PPB
8- RICARDO FIÚZA-PPB
9 -SEVERINO CAVALCANTE -PPB
10- CLEMENTINO COELHO - PPS
11- CARLOS BATATA-PSDB
12- JOÃO COLAÇO - PSDB
13- JOSÉ MÙCIO MONTEIRO-PSDB*
DIVULGUEM!!!
Agora, enquanto isso, eles distraem a gente com referendos ridículos!!!!!
E, nas votações que realmente importam, não nos cabe participar????
Cadê os caras pintadas???? Povo que derruba presidente??????
Gente é hora de acordar antes que seja tarde d+!!!!!!!!!!
NINGUÉM É TÃO FORTE QUANTO TODOS NÓS
JUNTOS!!!!!!!!
Divulguem!!! E não fique só reclamando do nosso
país!!!!
Fonte: http://br.groups.yahoo.com/group/dancaalagoas/message/707
Discurso agressivo
julho 22, 2008
Quem conhece o ex-prefeito Carlos Freitas ou acompanha suas falas públicas durante algum tempo de sua vida política vem estranhando o tom de seus discursos nessa campanha eleitoral. É que Carlos vem sendo duro no ataque a seus adversários se utilizando de críticas outrora utilizadas pelos seus adversários. É o caso do tema recorrente da corrupção, dos R$ 250.000,000 (250mil reais) desviados pela gestão atual das contas da prefeitura. O candidato também discursa em cima da compra de votos, das traições que ele chama de “compra das bandeiras verdes”.




